Em Bruxelas também se sentiu o KOSOVO

shuman

Hoje, um barulho ensurdecedor invadiu as ruas de Bruxelas. Bandeiras desfraldadas em mastros improvisados. Carros em tons de vermelho e preto saltavam em euforia, as pessoas no seu interior de sorrisos estampados gritavam frases imprescritíveis (numa língua estranha).

Não é que não esteja habituado a este tipo de manifestações, mas intrigava-me não saber a que se deviam. Em Portugal, decerto que se trataria de um jogo de futebol, da selecção, talvez. Mas aqui, em Bruxelas?

Venho agora a saber que o parlamento kosovar declarou a independência. Todavia, ainda mais intrigado fiquei ao saber que há gente interessada em outras coisas para além do futebol, como bem se diz “há mais vida para além do futebol”. Bruxelas não apoiou esta posição, a ONU também não (consta-me que o CS se reuniu de emergência para avaliar a situação), mas é aqui em Bruxelas que milhares de kosovares se fizeram ouvir.

Hoje deu para conhecer um pouco melhor “a petit peu de la ville”. Descobri que por exemplo Bruxelas têm o maior museu do mundo de instrumentos musicais, não ainda não o visitei.  Mas melhor, descobri que o saxofone foi inventado por um belga de nome Adolphe Sax.

 

Um passeio pelo Grote Markt (Grand Place) foi o suficiente para a multiculturalidade que reina nesta cidade, era difícil ouvir duas línguas iguais e seguidas… mas infelizmente as pessoas vêm e vão e levam apenas a boca mais doce, que por aqui reinam as waffles, os chocolates e claro, a cerveja…

Tenho muito tempo para percorrer as ruas desta cidade, os seus mais recônditos lugares, conhecer as suas manhas e belezas, as suas fraquezas e as suas virtudes!

Estou acompanhado pelos Filhos da Madrugada que cantam para mim as estórias do Zeca. Tento descontrair… hoje não tenho net. 

O poder da europa, a imagem dos eurocratas…

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