10 fotos e 10 curiosidades sobre a Bolívia

1 – A Bolívia é formada por 36 nações e povos indígenas. Além, do espanhol, todos os idiomas são reconhecidos como oficiais. Por isso, o nome oficial do país é Estado Plurinacional da Bolívia. As línguas nativas mais faladas são o quechua, o aimara e o guarani. O nome do país é uma homenagem ao … Ler mais

3 dias no Salar de Uyuni (Bolívia)

O mundo é um lugar maravilhoso. Quanto mais viajamos, mais fascinados ficamos com a diversidade e com a magia que povoa o nosso planeta. Já noutro post falámos de um lugar que parece não existir, um lugar onde tudo transpira sal. Um lugar de tão inóspito e selvagem que nos arrebata e cativa à primeira vista:o Salar de Uyuni. (ler o post completo sobre o sal e o Salar)

Mas quando se fala em tour no Salar de Uyuni, falamos numa área mais vasta que vai até ao extremo da Bolívia, mesmo encostado ao Chile e ao Deserto do Atacama.

tour salar de uyuni-1

Este post é sobre isso mesmo, sobre o que podemos visitar a partir de Uyuni, na Bolívia. O ideal é contratar um tour, com um jipe e guias especializados. Há tours para todos os gostos e conforme disponibilidade de dias. O ideal é fazer, pelo menos, o tour de 3 dias, que alé d eser o mais comum e o mais completo. Por regra, os tours começam e terminam em Uyuni. Contudo, é possível terminar o tour na fronteira com o Chile, perto do deserto do Atacama. Assim, podemos continuar viagem para o Chile. Mais abaixo falaremos desta possibilidade e muitas outras dicas, ler até ao fim 🙂

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As lagoas do altiplano boliviano

Quando começamos a programar esta viagem pela cordilheira andina, um conjunto de conceitos e palavras começaram a entrar no nosso léxico. Uma delas foi “altiplano”.

Se outrora esta palavra pouco ou nada nos dizia, hoje ela transporta-nos para um mundo onde a natureza convive solitária com ela própria. Onde a mão do homem ainda não destruiu, ou melhor, onde a natureza teima em resistir.

Para nós “altiplano” é sinónimo de noites geladas e ventos ciclónicos. “Altiplano” é solidão e também encontro. “Altiplano” são milhares de kms em cima de um deserto de sal e nuvens de pó denso que deixa o jipe. Altiplano, para nós, são também lagoas magníficas. E é dessas lagoas que agora vos vamos falar.

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A Laguna Hedionda, na Bolívia, situa-se a mais de 4 mil metros de altitude e está ladeada por diversas montanhas de cumes nevados.

Mas antes de irmos às lagoas, não seria justo avançar sem que deixássemos a ciência falar um pouco sobre o “altiplano”.

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Um mar de sal no Salar de Uyuni

Está um sol maravilhoso, mas um frio de rachar. o Jipe deixa um rasto de poeira atrás de si e em poucos quilómetros, estávamos já a entrar no Salar de Uyuni, na Bolívia.

Este é daqueles lugares que marcam a história dos viajantes e da viagem. Deve ser um dos lugares mais bonitos do mundo, pelo menos do nosso. O salar estava sem água, estamos na época seca. Não temos o famoso espelho do salar, como por aqui dizem, o maior espelho do mundo. Por outro lado, pudemos fazer centenas de quilómetros na sua crosta, sentir os hexágonos de sal a quebrar-se à nossa passagem. Sim, é lindo!

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A beleza ímpar do salar de Uyuni.

A 3.656 metros acima do nível médio do mar e com 10 mil quilómetros quadrados, o Salar de Uyuni é a maior planície de sal do mundo.

Este lugar é daqueles em que o branco fere a vista, de tão bonito que é…

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A cidade de Nuestra Señora de La Paz – Bolívia

De Copacabana a La Paz são perto de 150 km. Fazer este percurso não é como ir de uma cidade a outra, é uma aventura e um deleite de passeio. Primeiro, subimos num “coletivo” apinhado de peruanos e bolivianos. Depois o “coletivo” pára em tudo o que é cruzamento. Há que passar um braço do lago Titicaca (mas que só vendo as fotos é possível perceber como é). Temos de circular todo o lago e chegar a uma das cidades mais altas da América Latina. Temos de passar por estradas velhas, ladeadas por montanhas gigantes de cumes brancos. Depois temos de enfrentar o trânsito infernal de La Paz e, já por fim, apanhar um taxi que demora uma eternidade para chegar onde os pés, não fossem estar cansados, nos levariam em minutos.

o "ferry" para atravessar um braço do Lago Titicaca, na Bolívia
o “ferry” para atravessar um braço do Lago Titicaca, na Bolívia

Bem, mas regressemos à cidade de Nuestra Señora de La Paz, comummente conhecida por La Paz, e embora muitos não saibam, não é a capital da Bolívia. Pois é, a capital da Bolívia é Sucre, ainda que o governo esteja instalado em La Paz.

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Pelos Caminhos dos Incas – O filme da Viagem

Entre Agosto e Setembro de 2015, percorremos milhares de km através da Cordilheira dos Andes. Do Perú à Bolívia, os nosso trilhos andaram pelas terras do Império Inca, numa viagem que terminou em Santiago do Chile.

Vimos paisagens deslumbrantes, conhecemos gente genuína, fomos até altitudes onde o ar parece não existir…

Este pequeno filme junta numa única estrada os milhares de passos que demos por lá.

Isla del Sol, aqui nasceu o povo Inca

Acordar, olhar pela janela e ter este panorama faz-nos sentir viajantes privilegiados.

São 6:30 da manhã e o sol começa a invadir a baía de Copacabana, nas margens do lago Titicaca.

Vista panorâmica da cidade e baía de Copacabana na Bolívia. Vistas desde o "cerro El Calvario"

Veêm-se atracados ao cais as lanchas que todos os dias fazem o percurso entre Copacabana e as diversas ilhas espalhadas pelo lago, levando locais e turistas.

A pequena cidade encostada à fronteira com o Peru ainda dormita. Tomamos o pequeno almoço com calma e dirigimo-nos ao cais. O nosso plano para hoje cinge-se à Isla del Sol.  Enquanto isso, a cidade começa a acordar, agita-se, combate as temperaturas gélidas da manhã. Estão cerca de zero graus centígrados.

No cais, depois de uma prévia conversa com os barqueiros, comprámos o bilhete de lancha para o norte da Isla del Sol. Pagamos 20 bolivianos para a parte norte da ilha, um excelente preço. Esperam-nos 2 horas por águas azuis, de um azul que pensava não existir.

Estamos a quase 4 mil metros de altitude, no lago navegável mais alto do mundo e aqui as águas fundem-se com o próprio céu.

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A Isla del Sol é, sem dúvida, a mais famosa das 41 ilhas do Lago Titicaca. Apesar de geograficamente se situar na Bolívia, a verdade é que esta ilha sagrada pertence ao imaginário dos Incas, pois teria sido aqui que os Incas começaram o seu império. A ilha atualmente é povoada por indígenas de origem quechua e aymara, dedicados ao artesanato e ao pastoreio, principalmente de gado ovino.

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Lago Titicaca, o lago dos pumas de pedra

Podes sentar alunos numa sala ensinar-lhe onde é o Lago Titicaca. Podes dizer-lhes que é considerado o lago navegável mais alto do mundo e que está situado a 3.821 metros acima do nível do mar. Podes dizer-lhes que o lago se situa no alto da cordilheira dos Andes, entre o Peru e a Bolívia e é o 19º maior do mundo.

Podes dizer-lhe tudo isso, mas não lhe podes mostrar o frio do azul que fulmina, o sorriso das pessoas que habitam as suas ilhas, o sentimento de pisar estes lugares sagrados.

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O lago Titicaca, a Isla de la Luna e a cordilheira dos Andes ao fundo.

Durante vários dias na nossa viagem pelos caminhos dos Incas, o Lago Titicaca e o seu azul fulminante fez-nos companhia. Primeiro, do lado peruano em Puno e nas Ilhas flutuantes dos Uros, depois já na Bolívia, em Copacabana e na Isla del Sol.

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Nos andes, pelos caminhos dos Incas

América Latina 2015

Já lá vão dois anos desde que começamos a pensar nesta viagem: queríamos percorrer os Andes pelos caminhos dos Incas. Queríamos começar no Peru e descer até ao fim do mundo, atravessando a Patagónia, até à cidade mais austral do planeta.A dois dias da viagem, uma pequena hecatombe obrigou-nos a alterar todos os planos, mas … Ler mais